segunda-feira, 12 de março de 2012

Prundência

Em que pese o silêncio de minha alma,
Não lhes darei o direito da tripudia.
Farei questão absoluta, sobre qualquer resolução,
Que não mais ataquem a minha alma, não mais ferirão meu coração.

A de se pensar na vida como momento de luz,
Pensar sempre em coisas boas, querer sempre preservar-se,
Não permitir o mal nos tocar,
E de todas os impropérios esquivar-se.

Não confundam meu silêncio com fraqueza,
Estarei leve, mas com punhos a postos,
E que não pensem que a humilhações sou afeiçoado,
Mesmo que o silêncio seja o meu atual estado.

Que não duvidem de a minha pujança,
Não pensem que derrubado facilmente sou,
Que sirva de aviso a todos:
Neste momento tudo mudou!

Então cuidado, seja prudente,
Acure-se pois mesmo a mais bela rosa tem espinhos.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*





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