Horas que se arrastam em um ritmo sonolento,
Minutos que pingam como torneiras de couros gastos,
Segundos eternos, que mais parecem estarem parados.
Marasmo retumbante que inunda o ambiente plangente,
Derramando seus murmúrios de forma veemente.
Sensação de esquecimento,
Ausência clara de lembranças,
Mostra nítida de falta de importância.
Assim segue o palhaço do circo sem futuro,
Perambulando pela vastidão deste mundo.
Alexandre Alves
*Ao copiar mantenha a autoria*

Nenhum comentário:
Postar um comentário