sexta-feira, 9 de março de 2012

No ritmo da arritmia

Dias que passam lentos ao sabor do vento,
Horas que se arrastam em um ritmo sonolento,
Minutos que pingam como torneiras de couros gastos,
Segundos eternos, que mais parecem estarem parados.
Marasmo retumbante que inunda o ambiente plangente,
Derramando seus murmúrios de forma veemente.
Sensação de esquecimento,
Ausência clara de lembranças,

Mostra nítida de falta de importância.
Assim segue o palhaço do circo sem futuro,
Perambulando pela vastidão deste mundo.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*






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