sábado, 31 de março de 2012 0 comentários

Verdadeiras opções

O que mais falta da vida experimentar,
Que alegrias ainda podemos almejar,
Que dores ainda podemos suportar,
Por quais acontecimentos ainda iremos passar?


Não, não temos certezas na vida,
Não sabemos se ela será boa ou sofrida,
A única coisa que podemos controlar é uma só:
A hora em que podemos a tudo terminar. 



Alexandre Alves

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TEMOS OPÇÕES, SEMPRE... 
sexta-feira, 30 de março de 2012 0 comentários

Um fundamento

Pior que a certeza é a duvida cruel,
Mata aos poucos,
Faz ficar louco...


Tira a paz de uma forma vil,
Nos leva a um dilema mortal,
Faz a alma ficar dilacerada,
Deixa a tristeza de forma escancarada.


Não queira a falsidade que faz sorrir,
Prefira a verdade que faz sangrar,
Aprenda que na vida nem tudo são flores,
Entenda que com a dor temos que aprender lidar.

Cresça...



Alexandre Alves

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quinta-feira, 29 de março de 2012 0 comentários

Seu intento

Então que deixe pelo caminho,
É a solução para o problema?
Então que se faça ativo o veredito.


Deixou para trás?
Soltou a mão e correu?
Que seja assim então seu eu.


Se é sua vontade que seja assim,
Se quer sair de perto, não pense em mim.
Se é sua decisão, aceitará o coração. 



Alexandre Alves

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quarta-feira, 28 de março de 2012 0 comentários

Mais raso do que se pensa

A coragem de esconder,
A força para mentir,
A dor a se abater,
O coração triste a partir.

Beleza transformada em tristeza,
Sorriso escondendo o ardil,
Falsidade comemorada,
Gente falsa, lobo em um covil.



Alexandre Alves

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terça-feira, 27 de março de 2012 0 comentários

Admoestações

As vezes é melhor não pensar em nada,
Muitas vezes é o que de melhor fazemos,
Vive melhor quem menos se envolve,
Mas é mais feliz quem ama intensamente. 


A vida que se encarrega...
A vida contida na entrega...


O amor não é o problema,
A vontade nem sempre é dominante,
Mas quando se faz mais forte,
Ao amor deixa suplicante. 



Alexandre Alves

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segunda-feira, 26 de março de 2012 0 comentários

Tão somente

Não quero ser mais, apenas ser.
Não quero ter mais, apenas ter.
Não quero estar mais, apenas estar.
Não quero amar mais, apenas amar.







Alexandre Alves

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domingo, 25 de março de 2012 0 comentários

Pegue sua cruz

Quanta dor alguém pode suportar,
Qual o limite que se pode chegar,
Até onde o peso da tristeza pode-se aguentar,
Quando é a hora de com tudo parar?

Reflexos de vidas vividas,
Volta em forma de dor, 
Retornos de decisões tomadas,
Respostas das chances desperdiçadas.

Esperança que se vai, escorrendo pelos dedos,
Momento de pura decepção,
Ataque total feito sem dó,
Ao já tão triste e combalido coração.

Quando será? Até quando?



Alexandre Alves

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sábado, 24 de março de 2012 0 comentários

Segredos revelados

Corpo a vista, como um segredo revelado,
Beleza causando suspiros,
Olhares deveras famintos.
Dor causada pelo ato da mostra,
Deixando um coração verdadeiramente aflito,
Cuidado não mais merecido,
Situação causada por um amor estremecido...

O medo atinge em cheio o aflito amor,
Dilacera a alma, deixa o sangue congelado,
Causa uma enorme dor.

Como entender tanta tristeza causada por tanta beleza,
Como fazer entender a preocupação da preservação,
Como falar que tal beleza não deve assim ser revelada,
Como negar que dentro do aflito ainda existe uma bela intensão,
Como convencer a ela para não maltratar assim o seu lar,
Como faze-la entender que ela mora dentro deste aflito coração?

Fica o desejo, pedido em oração, de que a bela pense com carinho,
Que ao amor ela ainda consiga escutar,
E de que, apesar de tamanha beleza, atrás ela possa voltar.







Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*




 
sexta-feira, 23 de março de 2012 0 comentários

Apenas vazio

Fazer falta, sem importante,
Deixar saudade, não ser apenas um figurante.


Existe fase de alegria, tão boa de ser vivida.
Também existe fase de tristeza, boa de ser esquecida.
Mas a pior que existe é a fase do nada ser,
Fase do nada representar, nesta ai ninguém merece estar.
Fase que dói, fase que corrói,
Fase que judia, fase que destrói.


A fase...
Que fase!



Alexandre Alves

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quinta-feira, 22 de março de 2012 0 comentários

A triste chegada

Então chegou...
Anunciado de maneira firme,

Claramente colocado, 
Intensões explicitas ditas de maneira veemente,
Ações implícitas, escondidas da vista, feitas obscuramente.


Então chegou...
Frio paralisante,

Imposto sem arrependimentos,
Sem ouvidos dar aos tristes lamentos,
Por opção não dando chance de o amor demonstrar, deixando claro que assim irá ficar.


Então chegou...
O momento da desolação,

A hora da admoestação,
A fase do abandono,
O dia em que, por opção, ao amor está sendo dito não. 



Alexandre Alves

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quarta-feira, 21 de março de 2012 0 comentários

A que ponto chegou...

Quando ser humano vira papel,
Quando sentimento vira formalidade,
Quando o calor torna-se frio,
É quando fica exposta a realidade.

Não acabou o amor, ao menos é o que se diz, não, este não é o caso,
Ele não deixou de existir, não se foi ao sabor do acaso,

Apenas esta estranho,
Soando triste, com ar de desanimo.

Confesso que não era lá mil maravilhas o tratamento dispensado,

Sempre foi meio desdenhado, sem medo da perda,
Mas hoje esta distante, com uma impressão desolante,
Indicando uma forte intensão de final, como que apenas esperando o momento flagrante.


Será tarde demais para essa história,
Será que ainda existe alguma história,
Ou será que apenas ficou uma pálida lembrança do brilho fulgurante de uma estrela chamada amor,
Será que hoje a estrela esta em agonia de morte, mostrando apenas uma imensa e profunda dor?



De coração espero que não,
Desejo profundamente que se reabilite o astro em sua plenitude,
Quero de volta o mais quente e brilhante esplendor,
Que seja, novamente, a mais brilhante estrela de nosso céu, estrela chamada amor!



Alexandre Alves

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terça-feira, 20 de março de 2012 0 comentários

Um brinde a esperança!

Surpresa boa que se desenrolou,
Alegria em ver que algo ainda restou,
Cabeça cheia de boas intensões,
Vida correndo novamente em nossos corações.
Almas que se pertencem,
Mãos que querem se tocar freneticamente,
Bocas que se pedem loucamente,
Corpos que se desejam, ardentemente.
Como diz o poeta "Que seja eterno enquanto dure este amor",
E que se complete "E dure para sempre",
Para que, para sempre, possamos nos amar,
Para que, eternamente, juntos possamos ardentemente estar!


Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*


 
segunda-feira, 19 de março de 2012 0 comentários

Mais que desejos

Expectativa contida na espera,
Horas que se arrastam para um momento importante,
Momento em que se deseja felicidade,
Mas que, acima de tudo, contenha muita verdade.


Anseio supremo de reaver a alegria,
Vontade ardente de retomar a prosperidade,
Desejo de falta de ar voltar a sentir,
Necessidade de trazer o amor para perto, e assim voltar a sorrir. 



Alexandre Alves

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domingo, 18 de março de 2012 0 comentários

Muito raros

Dia corrido é dia bom, 
Passa sem paradas para pensar,
Corre a toa, Sem nos problemas da vida bitolar.

Voa ao sabor do vento, 
Flutua em doces nuvens algodoadas,
Esquentando a fria e pálida pele,
Com os raios de uma jornada ensolarada.

Um brinde aos bons dias!



Alexandre Alves

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sábado, 17 de março de 2012 0 comentários

Em alerta

Não me pego pela luta,
Não me apego pela refuta,
Sigo atento às mazelas tentadas,
Apenas fortificando a minha conduta.


Sigo como um filho que não foge à luta,
Olhando atento os esguios intentos de maledicentes,
Precavido e alerta contra tais indivíduos,
Preparado para ação hostil, deles provenientes.



Alexandre Alves

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sexta-feira, 16 de março de 2012 1 comentários

Soneto da revolta do amor

Hoje não irei falar do meu amor,
Tão pouco desta saudade que assola minha alma.
Não falarei dos dias que se arrastam em sua ausência,

Muito menos das noites não dormidas sonhando acordado com sua presença.


Não irei dizer das horas de oração a seu favor,
Dos pedidos de proteção para sua vida.
Também não direi nada sobre pedidos para sua boa saúde,
E nem que rogo a Deus preserve nosso amor.


Não, hoje nada direi!
Repudio isso hoje em minha vida!
Hoje não, 

Só por hoje não!




Alexandre Alves

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A boca cala, mas a alma grita!

quinta-feira, 15 de março de 2012 0 comentários

O que basta?

Basta o tempo,
Para tudo basta o tempo!
Ele trás as respostas, 
Mostra os reais intentos, os verdadeiros sentimentos.

Temperado com um pouco de novas situações ele testa,

Mostra o que realmente está nos corações.
Diz o que é relevante, 
Mostra o que, ou quem, realmente é importante.

Não, eu não sei quase nada desta vida,

Tenho muitas perguntas, quase todas sem respostas,
Apenas uma certeza trago comigo,
Que no final a resposta o tempo mostra.


Talvez o tempo esteja sendo bom,
Talvez esteja sendo ruim,
Mas talvez esteja apenas dizendo, sendo bom ou ruim,

O que realmente represento.

Sim, mas hoje tenho algumas respostas!

Estão sendo dadas, mesmo que vindas indiretamente veladas.
Do silêncio escuto os intentos,
Sendo preparados a cada momento.



Então fique ele, o senhor de todas as coisas, 
Responsável pelas realidades.
Que ele mostre, cada vez mais,
Todas as boas ou más verdades.







Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*




 


quarta-feira, 14 de março de 2012 0 comentários

O marujo

Ainda não como barco a deriva,
Sem ser uma nau sem rumo certo,
Não querer velejar sem qualquer intento,
Jamais em uma embarcação ao sabor do vento.


Atrelado a uma ancora de corda longa,
Impedindo a navegação,

Esta ele, marinheiro sentado à proa,
Olhando o mar sem direção.


Horizonte distante,
Por do sol fulgurante,
Pensamentos ao longe,
Saudade dela, da senhora dona do navegante.






Alexandre Alves

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terça-feira, 13 de março de 2012 0 comentários

Incertezas latentes

Dia que acorda sem dormir,
Horas que passam em apatia,
Tarde que vem da noite que virou dia,
Noite que chega triste, fria e vazia.

Ontem que insiste em permanecer,
Hoje que ontem quer ser,
Amanhã que do que é hoje nada pede,
Mas tudo quer de volta ter.

Passado que faz sorrir,
Presente que faz pensar,
Futuro que faz chorar...

Dias, horas.
Ontem, hoje,
Sempre,...
Amanhã?

Talvez... 


Alexandre Alves

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segunda-feira, 12 de março de 2012 0 comentários

Prundência

Em que pese o silêncio de minha alma,
Não lhes darei o direito da tripudia.
Farei questão absoluta, sobre qualquer resolução,
Que não mais ataquem a minha alma, não mais ferirão meu coração.

A de se pensar na vida como momento de luz,
Pensar sempre em coisas boas, querer sempre preservar-se,
Não permitir o mal nos tocar,
E de todas os impropérios esquivar-se.

Não confundam meu silêncio com fraqueza,
Estarei leve, mas com punhos a postos,
E que não pensem que a humilhações sou afeiçoado,
Mesmo que o silêncio seja o meu atual estado.

Que não duvidem de a minha pujança,
Não pensem que derrubado facilmente sou,
Que sirva de aviso a todos:
Neste momento tudo mudou!

Então cuidado, seja prudente,
Acure-se pois mesmo a mais bela rosa tem espinhos.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*





domingo, 11 de março de 2012 0 comentários

Sem pranto

Não, não é ruim a revelação,
Não se pranta ao ver a realidade,
Não se arrepende de ter, de uma vez por todas,
Revelada a mais pura verdade.



Alexandre Alves

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sábado, 10 de março de 2012 0 comentários

Segue o seco

Segue o ritmo anestesiado,
Segue a alma congelada,
Segue a espera intocada,
Segue a triste angustia velada.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*



sexta-feira, 9 de março de 2012 0 comentários

No ritmo da arritmia

Dias que passam lentos ao sabor do vento,
Horas que se arrastam em um ritmo sonolento,
Minutos que pingam como torneiras de couros gastos,
Segundos eternos, que mais parecem estarem parados.
Marasmo retumbante que inunda o ambiente plangente,
Derramando seus murmúrios de forma veemente.
Sensação de esquecimento,
Ausência clara de lembranças,

Mostra nítida de falta de importância.
Assim segue o palhaço do circo sem futuro,
Perambulando pela vastidão deste mundo.



Alexandre Alves

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quinta-feira, 8 de março de 2012 0 comentários

Para pensar

Como podemos medir o amor,
Quando é que sabemos que ele existe,
Será que é sentindo a dor da ausência,
Ou melhor saber na alegria da presença?

Falta que aplaca a alma,
Saudade que insiste em não passar,
Tristeza da ausência sentida,
Dor que toma conta de uma vida. 




Alexandre Alves

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quarta-feira, 7 de março de 2012 0 comentários

Óleo de peroba

Velhas soluções para novas situações,
Tratados espúrios para pessoas sem caráter.
Assusta o potencial do ser humano em manter tais relações,
Pior que acham normal, acham tranquilo tais junções.

Falta de opinião,

Vale tudo proposital,
E que se produza muito óleo de peroba,
Para lubrificar bem o rosto do ser humano que tem a cara de pau!



Alexandre Alves

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terça-feira, 6 de março de 2012 0 comentários

A mais perfeita dor

Por pior que tudo seja, por pior que tudo mostre,
Mais forte que toda a situação, é o que tem dentro do coração.
Isto dificilmente muda, quando é real permanece.
E entendam, não é uma questão de opção,
Não se controla isso, não se manda no coração.

Ah o amor, amor lindo amor!
Vivo e lindo, apesar da dor,
Forte e perpétuo,
Ah amor, amor estranho amor!

Lindo em sua existência, perfeito em seu fulgor...
Ah amor, persistente amor!




Alexandre Alves

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segunda-feira, 5 de março de 2012 0 comentários

Os retornos, sinais...

Cada vez mais nítido,
Cada vez mais claro,
Exposto às frontes da visão,
É essa a resposta,
É assim que está sendo tratada as coisas,
São os retornos dados ao coração.




Alexandre Alves

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domingo, 4 de março de 2012 0 comentários

Ela tarda, mas não falha

As vezes é difícil entender uma situação, noutras não!
Muitas vezes, mesmo tentando esconder, deixa-se escapar,
Mostra-se, mesmo sem querer, o que tenta-se esconder.


Verdades são ditas em meio a indiretas devidas,
Deixando claro o que realmente não se está assumindo,
O que esta acontecendo,
Mostrando o quanto "forte" era o sentimento.


Então, mesmo sem querer, ela vem, aparece.
Mostra-se com toda sua força, diz o que é a realidade,
Nos faz ver o que era, o que é, a verdadeira história, a mais clara verdade.



Alexandre Alves

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sábado, 3 de março de 2012 0 comentários

Alvorecer da vida


As promessas que se seguem são as mesmas de outrora,
Vida que emerge da dor, que em si mesmo aflora,
Fardos que antes pesados hoje em plumas se fazem,
Logros em cantigas liricamente contadas, com a fé na vontade mistificada.


Andareis de mãos dadas com o futuro,
Mente aberta, corpo são, passos seguros,
Olhar frontal firme, resolução a cada pensamento, 
E não mais a ser como uma folha ao vento.


Eis que a hora é chegada,
Donde alma nossa é entrelaçada,
Para que paz e tranquilidade possamos ter,
Todos os dias, sem restrição ou extração, vindas a cada amanhecer.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*








sexta-feira, 2 de março de 2012 0 comentários

Entenda de uma vez

Ficamos tranquilos no silêncio,
Com a cabeça focada no que deve ser,
Concentrados em o que realmente nos faz bem,
Seja lá o que for, mas no meu caso o amor.

Amor que vive, aliás sobrevive,
Luta com todas as forças para não morrer,
Vive para que o futuro possa tentar ver,
Enxergar o que realmente deve acontecer.

Não existe liberdade que justifica,
Não existe ilusão que faz com que eu desista,
Não tem ironia que possa me fazer desfocar,
Entenda então, não existe injuria capaz de me fazer deixar de amar.

Então, apesar de desejar tranquilidade e paz,
Ao amor não sou capaz de para trás deixar,
Não existe, compreenda de uma vez, motivo que me faça deixar,
Para trás o louco desejo contido na vontade real de a você amar. 



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*



quinta-feira, 1 de março de 2012 0 comentários

Ai de mim, ai do amor

Ai de mim que passo a noite em claro pensando em possibilidades irreais,
Vendo uma situação que não posso controlar,
A mercê dos caprichos do destino,
Torcendo por uma resolução que não posso dar.
Sim, eu li muitas coisas,
Mais uma vez pude ver as palavras duramente escritas,
Senti a vontade contida em cada linha escrita,
De afastar-se, de ir para longe de mim, de retirar-se.
Atitudes de esconder-se, de não ser transparente,
Privação de participação, barreiras claramente existentes.
Pedidos quase suplicados de esquecimento,
Intensão de tudo apagar, deixar se perder com o passar do tempo.
E eu, vivendo como um palhaço de um circo sem futuro,
Com as ultimas esperanças combalidas,
Assisto enrijecido tais declamações intencionais,
Para que de vez saia de sua vida, te deixe em paz.
E como golpe de misericórdia, ao raiar do dia mais coisas são tolhidas,
Tiradas de onde posso, mesmo fugazmente, toca-las.
Mostrando que é essa a real vontade,
De que em paz, definitivamente, eu tenho que deixa-la.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*




 
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