Sem ser uma nau sem rumo certo,
Não querer velejar sem qualquer intento,
Jamais em uma embarcação ao sabor do vento.
Atrelado a uma ancora de corda longa,
Impedindo a navegação,
Esta ele, marinheiro sentado à proa,
Olhando o mar sem direção.
Horizonte distante,
Por do sol fulgurante,
Pensamentos ao longe,
Saudade dela, da senhora dona do navegante.
Alexandre Alves
*Ao copiar mantenha a autoria*

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