quarta-feira, 14 de março de 2012

O marujo

Ainda não como barco a deriva,
Sem ser uma nau sem rumo certo,
Não querer velejar sem qualquer intento,
Jamais em uma embarcação ao sabor do vento.


Atrelado a uma ancora de corda longa,
Impedindo a navegação,

Esta ele, marinheiro sentado à proa,
Olhando o mar sem direção.


Horizonte distante,
Por do sol fulgurante,
Pensamentos ao longe,
Saudade dela, da senhora dona do navegante.






Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*




  

Nenhum comentário:

Postar um comentário

 
;