domingo, 1 de janeiro de 2012

Os prazos

A noite cai e com ela chega a apreensão,
Muitos planos sendo traçados, muitos desejos em questão.
A vida que se desenha em uma tela imaculada chamada tempo,
Que não perdoa, passa sem dó, e vai fazendo tudo girar conforme seu contento.


Sim, ontem já foi, e mais uma vitima ele fez,
Não houve piedade, não teve nem compaixão.
Fiquei, como todos os mortais, com o reflexo desta falta de comiseração,
Perdi uma oportunidade, perdi um certo momento, fica a lição.


Tomar mais cuidado para com os compromissos,
Ficar mais ligeiro para com as convenções assumidas,
Não deixar que as atividades esporádicas acabem com ações decididas,
Para que a vida seja mais fácil, mais organizada e mais tranquila.



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*

P.S.: Este poema é referente ao dia 31/12/2011, prazo perdido na correria das preparações para a virada do ano... rs*


ME PERDOEM PELA FALHA GALERA... RSRSRS*... 




Nenhum comentário:

Postar um comentário

 
;