Não consigo mais me permitir a certas situações,
Me preservo agora de tudo que me faz sofrer,
Escolho muito bem as coisas que quero merecer.
Vou conforme o vento me leva,
Mas penso se permito que o barco na direção de seu sopro ande,
Se o vento anuncia uma tormenta eu jogo a âncora,
Desisto de seguir este caminho de desesperança.
Aprendi a duras penas que desistir, as vezes, não é questão de covardia,
Compreendi que, as vezes, desistir é questão de preservação,
Entendi que, muitas vezes, pedi para sofrer humilhação,
Percebi que, muitas vezes, a humilhação era feita ao meu coração.
Então é assim que vou viver,
Olhando bem para onde a minha bússola aponta,
Seguirei firme em um límpido e claro propósito:
Para fugir de desilusões, não me permitir mais a certas afrontas.
"Agora tragam-me o horizonte!"
Alexandre Alves
*Ao copiar mantenha a autoria*

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