sábado, 7 de abril de 2012

O que não se cala

Deitado em sua vastidão de solidão repousa o coração,
Combalido pela luta, arrasado pelo sofrimento imposto,
Rogando por entender o momento,
Desejando com todas as forças acabar com o triste lamento.

Horas de escuridão, momentos de reflexões.

Dia que vem carregado de rancores,
Período que chegou cheio de angústias,
Causadas pelas seguidas dores.

Peso imputado pelas erradas escolhas,
Reflexos de uma vida quase que já exaurida.


Até quando suportará o tão triste coração?

Até quanto?...



Alexandre Alves

*Ao copiar mantenha a autoria*




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