quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dualidades


Na sua vastidão indefinível estamos todos nós,
Com sentimentos confusos, difusos em sua essência.
Amor e ódio, alegria e tristeza,
Um pouco de cada em nossa existência.

Vivemos assim, ambíguos por definição,
Procurando desesperadamente, às vezes, por uma solução.
Agoniados, por vezes até em meio que em desespero,
Envoltos em uma aura de aflição.

Mas como toda ambiguidade é composta de mudança,
Esses maus sentimentos logo se vão, de nós se afastam.
As coisas boas se reaproximam e nos consolam,
Voltamos a ter felicidades e os dias mais tranquilos se mostram.

Por isso perseverar se faz necessário,
Não se permitir sermos, pelas tristezas contidas na ambiguidade, derrotados.
Encaremos a vida com fé, sempre com confiança,
Pois das tais ambiguidades as que mais nos interessam são as de grande pujança. 






Alexandre Alves


*Ao copiar mantenha a autoria*
 

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